sábado, 4 de junho de 2022

Ponto de situação Obras túnel de rodoviária e ponte pedonal Sul no Bairro Piscatório

 


Obras túnel de rodoviária  e ponte pedonal Sul no  Bairro Piscatório 
























Apresentado do livro “Mandem Saudades” de Mário Augusto

 


Jornalista Mário Augusto conta em livro a epopeia dos portugueses no Havai



A epopeia da emigração portuguesa para o Havai, que levou ao arquipélago no Pacífico 27.000 portugueses, que trocaram a fome e a miséria pelo trabalho árduo nos campos de cana-de-açúcar, é contada no novo livro do jornalista Mário Augusto.


“É dos mais extraordinários movimentos de emigração que marcaram a diáspora portuguesa”, disse o autor à agência Lusa, a propósito da obra “Mandem Saudades”, publicada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos

O livro é dedicado “a todas as mães-coragem que, sem direito a opinião nas decisões de partir, seguiram os maridos nessas aventuras".

"Seguiam doridas, mas determinadas, viram os filhos ainda crianças morrerem-lhes nos braços durante a viagem, sofreram todas as privações, reergueram-se nos campos, como pilar da família, fizeram vida e, como as árvores mais rijas, lançaram longe as raízes dos valores da portugalidade e da família que ainda hoje perduram no Havai”.

Segundo Mário Augusto, estes portugueses não foram para o Havai por opção, mas atrás de um contrato de trabalho que oferecia as viagens de ida e regresso.

“Era um tipo de emigrantes que levava a família inteira, porque eles não tinham dinheiro sequer para pagar o bilhete. Se o tivessem, iriam para outros destinos tradicionais da emigração portuguesa, como o Brasil ou as ex-colónias”, contou.

Aguardava-os uma viagem “terrível”, com mais de 1.000 emigrantes amontoados num barco que enfrentava um mar difícil. Morriam às dezenas por trajeto.

Chegados ao Havai, trabalhavam nos campos da cana-de-açúcar e “a vida era tão dura que alguns não quiseram continuar”, afirmou o jornalista e escritor.

Os primeiros a chegar fizeram-no em 1878. Em 35 anos, foram 27.000 a tomar esta decisão.

Mas alguns regressaram a Portugal, principalmente os oriundos do Alentejo e Trás-os-Montes que, ao contrário dos açorianos e madeirenses, não estavam tão familiarizados com a vida num território rodeado de mar.

Os que vieram depois de 1914 já não tiveram de fazer uma viagem tão longa, pois o Canal do Panamá abriu nesse ano, encurtando, e muito, o trajeto.

Segundo Mário Augusto, no Havai “os portugueses foram sempre desenrascados e facilmente ascendiam na hierarquia das plantações”.

“À medida que começavam a amealhar dinheiro e a ter a possibilidade de sair desses campos de cana, completamente isolados das cidades centrais das ilhas, começavam a tentar dedicar-se ao negócio nas cidades principais e há dados de grandes empresários na área da construção, do comércio e que rapidamente começaram também a dar a possibilidade aos filhos de estudarem”, adiantou.

A aculturação foi rápida e também a decisão de não quererem voltar a Portugal, principalmente da parte dos açorianos e madeirenses.

E são frequentes as marcas que esta emigração portuguesa deixou no território, como o 'ukelele', o instrumento musical típico do Havai, que mais não é do que um cavaquinho alterado por emigrantes madeirenses.

Os alentejanos e transmontanos que não regressaram a Portugal, mas optaram por deixar o Havai, aventuraram-se pelo norte, fixando-se essencialmente no estado norte-americano da Califórnia.

Mário Augusto, que esteve na fundação da SIC e em 2009 regressou à RTP, não esconde a admiração por estes emigrantes, alguns dos quais teve a oportunidade de entrevistar no Havai, contributos que podem ser lidos no livro que é hoje lançado.

Esta emigração teve “um processo completamente diferenciado de toda a emigração portuguesa que foi feita”, disse, acrescentando:

 “É uma emigração tão própria, especial, que faz deles uns verdadeiros heróis, sem quererem”.


FONTE:  Lusa/Fim
















Novo livro de Mário Augusto foi apresentado no Multimeios



O Centro Multimeios de Espinho foi, no passado sábado, o palco de lançamento para o novo livro de Mário Augusto, intitulado "Mandem saudades".


Trata-se de uma história que retrata a emigração portuguesa para o Havai, de mais de 26 mil portugueses, que decidiram trocar a fome e a miséria pelo trabalho árduo nos campos de cana-de-açúcar.

Esta apresentação contou as presenças de Vitor Silva, ator da TVI, bem como de Miguel Reis e Álvaro Monteiro, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal, respetivamente.

O autor terminou a noite do lançamento do seu livro com uma breve sessão de autógrafos aos presentes.


sexta-feira, 3 de junho de 2022

Movimento cívico contra obra da IP na Granja em Gaia convida Marcelo a visitar local

 


Movimento cívico contra obra da IP na Granja em Gaia convida Marcelo a visitar local


O movimento cívico “Praia Granja, Cidadãos”, que tem contestado as obras da Infraestruturas de Portugal (IP) na Linha do Norte em Vila Nova de Gaia, convidou o Presidente da República a visitar a empreitada.


“Convidamos a vir ao local para ver o esforço de recuperação do património que tem sido realizado pelos moradores em toda a zona e visualizar os impactos que a obra tem no local”, refere o movimento cívico numa carta dirigida a Marcelo Rebelo de Sousa, a que a Lusa teve hoje acesso.

Em causa está o projeto que a IP tem vindo a implementar ao longo do troço ferroviário da Linha do Norte entre Espinho (distrito de Aveiro) e Vila Nova de Gaia (distrito do Porto), o qual inclui a colocação de separações acústicas, reformulação de apeadeiros e construção de passagens pedonais superiores para substituir as atuais.

Esta obra já motivou uma queixa ao Ministério Público, bem como ao Provedor da Justiça Europeu, com o argumento de mau uso de fundos comunitários, apresentada pelos moradores.

Na missiva, o “Praia Granja, Cidadãos”, que se refere à obra como um “atentado patrimonial”, apela ao Chefe de Estado como o “mais alto representante da nação e primeiro defensor dos valores históricos e patrimoniais do país” para a necessidade de “proteger a beleza espacial e frágil destes locais”.

“O nosso objetivo não é parar a obra da IP, mas sim conseguir que os impactos brutais dessa obra nos lugares da Praia da Granja e Praia da Aguda sejam minimizados adequadamente”, vincou.

O foco, acrescenta o movimento cívico, é a defesa do património histórico, arquitetónico e urbanístico do “espaço único” das praias da Granja e da Aguda e preservar e melhorar a mobilidade suave das populações que residem e utilizam essas praias.

O “Praia Granja, Cidadãos” explica que as obras em curso contemplam a realização de muros de betão com cerca de três a seis metros de altura e duas passagens superiores pedonais de grande dimensão e com um impacto visual “medonho” na envolvente.

“Acresce que as referidas passagens superiores dividem as populações da Granja e da Aguda e limitam drasticamente o acesso às praias por peões, ciclistas e animais de estimação”, realça.

Somam-se petições públicas, pedidos de esclarecimento e protestos, como o organizado pelos grupos “Praia da Granja, Cidadãos” e “Amigos da Aguda” que decorreu a 30 de abril e juntou no local cerca de uma centena de pessoas.

A 14 de abril, em resposta à agência Lusa, a IP afirmou que a construção de uma passagem inferior pedonal para substituir a superior recentemente colocada na estação da Granja constitui “maior risco à segurança dos utentes”.

“A criação de uma passagem inferior pedonal não asseguraria condições de visibilidade do exterior para o interior da passagem, o que constitui um maior risco a segurança dos utentes, e, em caso de falha de fornecimento de energia ao sistema de bombagem, ficaria impedido o acesso dos passageiros à plataforma central e a evacuação dos mesmos em casos de emergência e socorro”, referiu a IP.

A Lusa contactou ainda a Câmara de Gaia que recordou que este processo inclui uma ação judicial, algo que “o município respeita”, mas “impede a continuação do debate público”.


FONTE : Lusa/Fim









Voz Cidadão - Piso deficiente com buracos rua 20 Sul de Espinho

 

 Piso deficiente com buracos rua 20 Sul de Espinho


Exmo Senhor Presidente da CM Espinho

Arq. Miguel Reis

E assim continua a falta de conservação atempada e com falta de qualidade , rua 20 Sul de Espinho.

Qualquer coisa serve para remediar a situação.

Dia após dia ano após ano é notória  a falta dê manutenção por parte dos Responsáveis pelo Concelho de Espinho.

E as condições ambientais do Sul de Espinho continuam sem cuidados á mais de 25 Anos.

É muito, muito tempo…


Texto / Fotografia : António Brito










quinta-feira, 2 de junho de 2022

Apresentação do Livro "Lenocínio VS Prostituição-A Visão dos Magistrados e Polícias" de João Cruz

 

" Lenocínio VS Prostituição-A Visão dos Magistrados e Polícias  "  de João


O autor João Cruz, mestre em criminologia, órgão de policia criminal (CABO G.N.R), formador em igualdade de género e tráfico de seres humanos  e crianças disfuncionais, Técnico de Apoio à vitima e escritor, apresentado na Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva o livro "Lenocínio VS Prostituição - A Visão dos Magistrados e Polícias".

"Fruto da edição deste livro e pesquisa subjacente, está em seguimento um projeto de apoio e reconhecimento para a criação de um grupo de Ajuda Mútua das vítimas de Violência doméstica, exploração sexual e tráfico seres humanos. 

Trata-se de uma organização descentralizada que valoriza o conhecimento vivenciado do fenómeno e que permite uma compreensão mais aprofundada dos problemas, não descartando a necessidade de intervenção profissional, através da partilha de experiências e estratégias para superar o trauma e que permite reduzir de imediato o sentimento de isolamento.

Este livro tem como finalidade alertar a comunidade sobre o fenómeno social Lenocínio e Prostituição. Para além disso, a compra deste livro tem uma vertente solidária, uma vez que o valor é revertido para apoio às seguintes instituições: Saúde em Português, APAV e CARITAS."

Momento cultural pela Escola Sec. Dr. Manuel Gomes de Almeida (Rogéria Varela-dança; Inês Romeira-música)















 

'Lenocínio vs Prostituição - A Visão dos Magistrados e Polícias



Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva foi palco da apresentação do livro 'Lenocínio vs Prostituição - A Visão dos Magistrados e Polícias'.

A iniciativa que decorreu no passado dia 2 de junho, contou com a presença do autor João Carlos Ribeiro da Cruz, da vereadora da Câmara Municipal de Espinho de Leonor Fonseca, da Magistrada do Ministério Público, Cláudia Santos, da Presidente da Ordem dos Advogados da delegação de Espinho, Ana Belinha e do Comissário Hugo Rocha, em representação do Comando Distrital da PSP de Aveiro.

Este livro tem como finalidade alertar a comunidade sobre o fenómeno social Lenocínio e Prostituição. Para José Manuel Fonseca, magistrado do Ministério Público e responsável pelo prefácio da obra, este livro "constitui um instrumento de trabalho muito útil para todos os profissionais que se dedicam ao estudo e ao combate do crime do lenocínio, assim como para todos os que se interessam por este tema".

Parte do valor da compra deste livro reverte para apoio às instituições SAÚDE EM PORTUGUÊS, APAV e CARITAS.

A sessão contou ainda com momento de dança interpretado pela Rogéria Varela e um momento musical por Inês Romeira, alunas da Escola Sec. Dr. Manuel Gomes de Almeida.


Aspirador industrial robot

 


Aspirador industrial robot 








fotografias teste