terça-feira, 3 de novembro de 2020

Assinatura do contrato interadministrativo com a Junta de Anta e Guetim

 

Assinatura do contrato interadministrativo com a Junta de Anta e Guetim


Câmara atribui 80 mil euros à Junta para obras na União de Freguesias de Anta e Guetim

Com a assinatura do contrato interadministrativo de delegação de competências, a Câmara Municipal de Espinho transfere 80 mil euros para que a Junta da União de Freguesias de Anta e Guetim realize várias obras de manutenção de infraestruturas que passam a ser da sua competência.


A Junta de Freguesia compromete-se a aplicar aquela verba em vários pontos do território de Anta e Guetim, designadamente:

  • Na Travessa da Fonte da Idanha em Guetim, numa área de 850 m, com uma estimativa orçamental de 9 mil e 600 euros.

  • Na Rua do Rochio, numa área de 1330 metros , com estimativa orçamental de 15 mil euros.

  • Na Rua do Carvalhal-reparação pontual, numa área de 900 metros, com estimativa orçamental de 11 mil euros

  • Na Rua da Bloqueira, numa área de 2060 metros, com estimativa orçamental de 22 mil euros.

  • Para arranjos exteriores e iluminação junto ao Campo de Guetim numa área de 700 metros estão estimados 22 mil e 400 euros.

Após a assinatura deste contrato interadministrativo, a Junta da União de Freguesias de Anta e Guetim fica com as competências e a responsabilidade de utilizar a verba de 80 mil euros atribuída pela Câmara Municipal de Espinho em obras de manutenção nas infraestruturas acima referidas.




Ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Espinho



Ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Espinho


2 NOVEMBRO 2020


ATIVAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE ESPINHO - DESPACHO 44/2020


Joaquim Pinto Moreira, Presidente da Câmara Municipal de Espinho, considerando:


a) A situação epidemiológica da pandemia por COVID-19 sofreu um significativo agravamento no território nacional continental durante o mês de outubro, particularmente na região norte;


b) O Município de Espinho regista ao dia de hoje um total de 468 casos desde o início da pandemia, mais de metade ocorridos durante o mês de outubro e com um crescimento superior a 500 novos casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias;


c) O valor referido é superior ao dobro do considerado pelas Autoridades de Saúde para elevado risco de transmissão da doença, colocando o Município de Espinho numa lista de municípios sujeito a medidas extraordinárias de prevenção e combate à doença;


d) Ao abrigo da Lei de Bases da Proteção Civil, está atualmente declarada a situação de calamidade para todo o território nacional continental;


e) O Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil está ativo desde o dia 24 de março;


f) O Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil de Aveiro está ativo desde 14 e março de 2020;


g) A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil mantém o estado de alerta especial nível amarelo para todos os agentes de proteção civil;


h) Existe um elevado número de casos confirmados com a infeção COVID-19 na região norte do território  continental, incluindo todos os municípios limítrofes de Espinho;


i) Nos termos do ponto 1 do artigo 35.º da Lei de Bases da Proteção Civil, compete ao Presidente da Câmara Municipal, no exercício de funções de responsável municipal da política de proteção civil, desencadear, na iminência ou ocorrência de acidente grave ou catástrofe, as ações de proteção civil de prevenção, socorro, assistência e recuperação adequadas em cada caso;


j) Nos termos do ponto 3 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 65/2007, de 12 de novembro, na sua redação atual, compete ao Presidente da Câmara Municipal ativar e desativar o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, ouvida, sempre que possível, a Comissão Municipal de Proteção Civil;


k) A Comissão Municipal de Proteção Civil pronunciou-se hoje, por unanimidade, sobre a ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Espinho;


Determino a ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Espinho com vista à necessidade do reforço da articulação, da preparação e da resposta a operações de proteção civil que possam vir a verificar.


Desta decisão deve ser dado conhecimento imediato à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil via o Comando Distrital de Operações de Socorro de Aveiro, aos municípios de Santa Maria da Feira, Ovar e Vila Nova de Gaia, a todos os agentes de proteção civil com representação no município de Espinho, à população através das plataformas de comunicação do Município, das Juntas de Freguesia e ainda aos órgãos de comunicação social locais.


O presente despacho produz efeitos imediatos.


Ficheiro Relacionado:Despacho 44/2020

 









segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Dr° Pinto Moreira escreveu Facebook sobre feira Semanal



Áreas Metropolitanas querem autarquias a decidir sobre fecho das feira



Áreas Metropolitanas querem autarquias a decidir sobre fecho das feira


Eduardo Vítor Rodrigues e Fernando Medina, presidentes das áreas metropolitanas do Porto e Lisboa, respetivamente, pediram hoje à Direção-Geral da Saúde (DGS) esclarecimentos sobre a proibição das feiras, preferindo que o caso seja tratado a nível municipal.

"Eu e o Fernando Medina fizemos uma solicitação à Direção-Geral da Saúde (DGS) no sentido de perceber se há alguma razão técnica que possamos não estar a ver, porque se não houver, o que fará sentido é que cada município, de acordo com as suas circunstâncias, possa adaptar a medida", revelou o também presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia no final da reunião daquela autarquia.

Cento e vinte e um municípios vão ficar abrangidos, a partir de quarta-feira, pelo dever cívico de recolhimento domiciliário, novos horários nos estabelecimentos e teletrabalho obrigatório, salvo "oposição fundamentada" pelo trabalhador, num conjunto de medidas que abrange as feiras e os mercados de levante, anunciou no sábado o primeiro-ministro António Costa, no âmbito do combate à propagação do novo coronavírus.

Eduardo Vítor Rodrigues precisou tratar-se de "uma apresentação genérica" o documento assinado pelos dois líderes políticos e hoje enviado ao Governo, reiterando que "só a resolução do Conselho de Ministros é que vai explicitar as condições de cada uma das medidas" anunciadas por António Costa.

"Achei que tinha a obrigação de o fazer, enquanto presidente de um município que tem uma data de feiras importantes e de uma Área Metropolitana [do Porto], que tem uma data de outras também importantes, como é o caso de Espinho, Carvalhos, Gondomar, Custoias e Senhora da Hora" insistiu o autarca de Gaia, destacando que no seu município há "400 feirantes" que, por força proibição anunciada, "vão ficar sem nada".

Para o autarca, "o risco é absolutamente reduzido".

"Já levámos quatro meses de funcionamento das feiras e tem tudo corrido maravilhosamente", disse.

"Se a autorização passar para o presidente da câmara eu autorizarei, como é evidente, porque todas as semanas temos tido feiras e não tem havido problema nenhum", acrescentou o presidente socialista sobre a eventualidade de, na quarta-feira, se cumprir e feira dos Carvalhos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos e mais de 46,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.590 pessoas dos 146.847 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Fonte Lusa/fim




Câmara de Espinho considera "injustiça tremenda" a proibição das feiras



 Feira de Espinho contra a proibição de mercado de levante

Uma das medidas de contenção da pandemia de covid-19 apresentadas pelo Primeiro-ministro é a proibição de feiras e mercados de levante.

Os vendedores da Feira de Espinho, um dos maiores mercados ao ar livre da Península Ibérica, consideram a restrição “injusta” e ponderam realizar uma manifestação em Lisboa.

























Feirantes ameaçam fazer manifestação em Lisboa contra as novas restrições

Em causa está a proibição de feiras e mercados de levante em 121 concelhos portugueses.

 A medida entra em vigor no dia 4 de novembro. 

Os representantes do setor alegam que a medida volta a colocar em risco o futuro dos pequenos negócios.

Pedem que lhes sejam aplicadas as mesmas regras que estão em vigor para os centros comerciais e confessam-se surpreendidos com a decisão.

O presidente da Câmara Municipal de Espinho, Pinto Moreira, considera a proibição da realização de feiras, no âmbito das medidas contra o Covid-19, "absolutamente inaceitável e de uma injustiça tremenda".

Todas as segundas-feiras tem lugar na cidade uma das maiores feiras semanais do país, com cerca de 800 feirantes.

Com as medidas recentemente impostas pelo Governo, para tentar travar o número de infeções por Covid-19, deixará de se realizar nas próximas semanas.

"São pequenos comerciantes, produtores e agricultores que dependem desta atividade para a sua sustentabilidade financeira", referiu, esta manhã, Pinto Moreira.

"O que vai ser feito destes feirantes e das suas famílias", questionou o autarca, reiterando que se trata de uma medida "absolutamente inconcebível e de uma injustiça tremenda".

Recorda que os feirantes têm sido "extremamente rigorosos no cumprimento do plano de contingência que está em vigor na feira semanal de Espinho", acatando o distanciamento social, a higienização das mãos e o uso da máscara, "tudo foi cumprido".

"É por isso uma medida injusta, porque os comerciantes foram os primeiros a aderir à aplicação rigorosa do plano de contingência", acrescentou o autarca.

O presidente lembra que, em outros setores de atividade não se aplica esta medida.

"Os feirantes estão ao ar livre, em corredores e espaços amplos.

Não vemos que isso exista noutros setores de atividade como os espaços comerciais fechados onde há uma maior circulação de pessoas, com menor cumprimento das regras de distanciamento social".

"É nesses espaços fechados que o vírus provavelmente se propagam de forma mais rápida", considerou.




Miranda Factory Team em destaque na Lousã - Taça do Mundo de DHi 2020 – Portugal

 





Miranda Factory Team em destaque na Lousã

Taça do Mundo de Downhill 2020 – Portugal

 

Portugal foi pela primeira vez este fim-de-semana, anfitrião da Taça do Mundo de Downhill. 


As honras de receberem a caravana mundialista no nosso país estiveram a cargo do experiente Montanha Clube e ao longo dos últimos dias, disputaram-se no Louzanpark, as duas últimas etapas da competição.

 

A representar as cores da formação UCI Miranda Factory Team, estiveram os habituais Juniores Gonçalo Bandeira e Nuno Reis, aos quais se juntaram ainda o regressado Silas Grandy e os “enduristas” Emanuel Pombo e Tiago Ladeira.

 

O atual Campeão Nacional não teve a sorte do seu lado e apesar de ter vencido ambas as qualificações, só conseguiu mostrar todo o seu valor na final de hoje. Gonçalo Bandeira conseguiu ser 2º classificado, terminado assim a competição mundial no 7º lugar entre os Juniores. 


“Foi a minha despedida da categoria Júnior. 


Foi bom estar no pódio hoje, apesar de não ser o que eu estava à espera. 


No downhill os erros pagam-se caro. Na sexta-feira furei (20º classificado) e hoje cometi um erro que me fez perder segundos importantes. Ainda consegui recuperar algum tempo, o que acabou por ser positivo. 


Agora é começar a preparar já o ano que vem, para garantir bons resultados”.

 

Nuno Reis tem sido uma agradável surpresa e uma vez mais marcou pela regularidade. 7º classificado em ambas as qualificações, o atleta apoiado pela Miranda Bike Parts viria a obter o 5º lugar nas duas etapas. Reis garantiu assim um resultado histórico para Portugal, finalizando a Taça do Mundo 2020 num brilhante 3º lugar. 


“Estou bastante satisfeito com este terceiro lugar. Foi uma época difícil, invulgar, mas que me fez crescer bastante. Agora é recuperar as mazelas e preparar a próxima época”.

 

Silas Grandy fazia o seu regresso à competição na Lousã e apesar de acusar alguma falta de ritmo, conseguiu garantir o apuramento para ambas as finais.


 O germânico foi 51º na primeira final, tendo descido uma posição hoje – 52º classificado Elite. 


“Acabou por correr bastante bem. Foi a minha primeira prova este ano e o objetivo passava por apurar nas duas finais. Senti-me bem na bike e consegui quatro descidas consistentes. No cômputo geral foi um bom fim-de-semana”.

 

Emanuel Pombo mostrou que quem sabe nunca esquece, e mesmo não tendo marcado presença no Campeonato do Mundo de Downhill contra a sua vontade, conseguiu na Lousã, ser o melhor português na primeira final – 49º lugar Elite. Já hoje o madeirense garantiu a 35ª marca entre a “nata” mundial da especialidade. 


“De volta ao downhill ao mais alto nível e à Taça do Mundo. Senti-me cada dia melhor e finalizei o fim-de-semana com o 35º lugar, tão perto do objetivo que era o top30. Agora férias, recuperar e começar a delinear objetivos para 2021”.

 

Tiago Ladeira, que tem estado dedicado a 100% na vertente de enduro, aproveitou a jornada beirã, para participar na Taça do Mundo de Downhill.


 O viseense sentiu algumas dificuldades de habituação, tendo apenas garantido o acesso à final de hoje. Ladeira terminou o dia na 54ª posição Elite.


 “Acabou por ser um fim-de-semana positivo. 


Ao longo dos dias fui melhorando a minha prestação e hoje consegui uma descida segura. Senti alguns problemas de “arm-pump” pois já não pegava na bike de downhill a cerca de um ano. Quero obviamente agradecer à Miranda Bike Parts pela oportunidade”. 

 

Uma prestação francamente positiva na Lousã, para uma formação portuguesa que tem estado nas “bocas do Mundo” pelas mais diversas conquistas. 


Todos os atletas deram o seu melhor na estreia de uma etapa portuguesa na Taça do Mundo de Downhill, esperando que a mesma se continue a realizar nos anos vindouros.


Estas e outras informações em: www.facebook.com/MirandaFactoryTeam

 

Texto: Evo-press

Fotos: Miranda Bike Parts











domingo, 1 de novembro de 2020

Reabilitado o edifício da Estação da Granja





 

Reabilitado o edifício da Estação da Granja 


Foi concluída a reabilitação do edifício de passageiros da Estação da Granja, na Linha do Norte. Durante a obra foram ainda executados trabalhos de conservação e restauro do conjunto azulejar. 

Esta empreitada teve um investimento de 155 mil euros e dá continuidade à estratégia da Infraestruturas de Portugal (IP) de salvaguarda e preservação do património público ferroviário. 

A necessidade de requalificar a infraestrutura deveu-se a algumas patologias ao nível da cobertura, rebocos exteriores, elementos metálicos, caixilharias, fissura estrutural e cantarias. 

Relativamente ao conjunto azulejar, o mesmo encontrava-se igualmente em mau estado de conservação, com lacunas, fraturas, empolamento, ausência de vidrado e sujidade, provocados não só pelas condições de exposição, mas também por vandalismo.

Para corrigir as anomalias, a IP desenvolveu uma intervenção que contemplou trabalhos de substituição de elementos na cobertura, aplicação de reboco armado à base de cal, limpeza de ornamentos de alvenaria, tratamento de elementos metálicos, consolidação de fissura estrutural e substituição de caixilharia.

A conservação e restauro dos azulejos incidiu na sua remoção em destacamento, limpeza de face nobre e tardoz, colagens, consolidações, tratamento do suporte, preenchimentos, reintegrações cromáticas, dessalinização e assentamento. 

Foram ainda desenvolvidos trabalhos no interior do edifício, com renovação da sala de espera, onde foram substituídos pavimentos, reabilitação do teto de madeira, renovação da iluminação e pintura, e reformulação das instalações sanitárias.

A estação ferroviária da Granja, inserida na zona urbana do Porto, possui um elevado valor patrimonial e arquitetónico, sendo as paredes do edifício revestidas, parcialmente, por azulejos figurativos e padrão de valor estético, cultural e histórico, destacando-se no panorama ferroviário português.

Da autoria de Licínio Pinto e Francisco Pereira, o conjunto de azulejos totaliza cerca de 7.700 peças, datadas de 1914, da Fábrica Fonte Nova – Aveiro. Ao nível do piso térreo os painéis figurativos representam espaços, figuras, monumentos, tradições e trabalhos campestres, assegurando para sempre memórias das realidades regionais.

No nível superior, obedecendo à estética Arte Nova, impera a decoração por frisos e painéis, com elementos inspirados na natureza, tendo os autores criado um estilo muito próprio, não só pelos motivos vegetalistas que usaram - lírios roxos em fundo amarelo -, mas também pelas cores, com predomínio do verde, roxo, amarelo e rosa. 







fotografias teste